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A influenciadora Virginia Fonseca anunciou que vai fazer uma pausa nas redes sociais após as filhas Maria Alice e Maria Flor realizarem uma cirurgia. Em publicação nesse domingo (2), ela afirmou que pretende se dedicar à recuperação das crianças e explicou os motivos do afastamento.
Anteriormente, a empresária já havia comentado sobre a necessidade do procedimento após uma recomendação médica. Na ocasião, ela contou que as filhas sofriam com amígdalas e adenoides “muito grandes”, o que provocava roncos durante a noite.
Segundo Virginia, as cirurgias ocorreram sem complicações. “Graças a Deus, foi tudo bem, ocorreu como o esperado e foi um sucesso. Para acompanhar o pós de perto e dar todo o carinho (do jeito que elas merecem), vou ficar off das redes até a alta médica deles”, escreveu.
“Nesse tempo, vou tirar tudo só para elas. Zero pressa, só querendi ficar grudada mesmo”, destacou a influenciadora em seu perfil no Instagram.
Na publicação, a empresária marcou o cantor Zé Felipe, seu ex-marido e pai das crianças.
Entenda o procedimento
Em entrevista ao portal g1, em janeiro deste ano, a médica otorrinolaringologista, Juliana Caixeta, contou que a amígdala e a adenoide fazem parte do tecido linfoide localizado na região do nariz e da garganta. No entanto, em alguns pacientes, esses tecidos crescem de forma exagerada e acabam causando obstrução das vias aéreas. Segundo a médica, essa obstrução provoca sintomas como dificuldade para respirar, respiração pela boca ou mista, boca aberta e ronco frequente.
A especialista também chamou atenção para o ronco infantil. De acordo com Juliana, crianças que roncam por mais de 15 dias, sem estarem em um quadro infeccioso precisam ser avaliadas.
“Às vezes a criança não ronca toda noite, mas ronca quatro ou cinco vezes por semana. Um dia está um pouco melhor, outro um pouco pior, mas se isso é constante por mais de três meses, também é hora de procurar o otorrinolaringologista”, afirmou.
Sobre o tratamento, Juliana Caixeta ressaltou que a cirurgia é indicada para os pacientes que apresentam sintomas persistentes e que não melhoram com o tratamento clínico. Ela pontuou que, em alguns casos, o uso de medicação pode aliviar os sintomas respiratórios, mas nem sempre isso é suficiente. “Naqueles pacientes em que isso não é possível, a cirurgia está indicada”, disse.
Fonte: G1