A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) concluiu o diagnóstico de todos os espaços e áreas do Campus Central (edificações e áreas comuns) e iniciou as mudanças para resolver os problemas de acessibilidade. “Começamos pela remoção dos obstáculos em todas as calçadas de grande circulação”, afirmou o superintendente de Infraestrutura da UFRN, Gustavo Rosado Coelho. Nos projetos internos de acessibilidade, o investimento é da ordem de R$ 2 milhões, com recursos do Ministério da Educação. Segundo o superintendente, as passarelas para pedestres atendem às recomendações e todas as novas edificações são projetadas para disporem de acessibilidade universal.
Em alguns prédios antigos já existem banheiros acessíveis, adaptados para portadores de necessidades especiais, e em outros, como na Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM) e Centro de Biociências (CB), existem plataformas, afirmou Gustavo Coelho. Outra medida citada pelo superintendente diz respeito à recomendação para a adaptação do Transporte Circular, para tentar resolver esse problema, a UFRN abriu licitação para compra de um grande conjunto de elevadores e plataformas de transporte vertical, inclusive para as edificações antigas, como a Reitoria. No momento, a UFRN planeja lançar licitação para construção de travessias elevadas, ligando as paradas de ônibus à região central do Campus (Reitoria e BCZM) e tornando todas as rotas acessíveis, de forma a seguir todas as indicações de acessibilidade universal. Inicialmente será contemplado o Campus Central.
Dentro desse trabalho, durante toda esta semana a UFRN está com a campanha “Acessibilidade e respeito: Eu Posso! Você deixa?”, com diversas atividades socioculturais de sensibilização e divulgação nos setores da UFRN. Para encerrar a programação, será realizado nesta sexta-feira (10) o I Fórum Permanente sobre Acessibilidade da UFRN: O direito de ir e vir.