Com reservas provadas de 294 milhões de barris de petróleo e de 2,62 bilhões de metros cúbicos de gás só em terra, a Bacia Potiguar, que abrange os campos do RN e do Ceará, terá um total de 30 blocos ofertados, sendo 20 em terra e 10 em águas profundas. O total da bacia fica atrás apenas da Bacia do Amazonas e da de Tucano, em termos de oferta de blocos. O período de exploração na Bacia Potiguar varia de cinco a sete anos, e a fase de produção tem duração prevista de 27 anos. Esses prazos podem ser reduzidos ou ampliados em alguns casos previstos no contrato, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Vinte dos 30 blocos são considerados ‘maduros’, ou seja, já são conhecidos. A Petrobras elogiou a localização dos blocos do RN em audiência pública, confirmou que está analisando o ‘potencial petrolífero’, mas evitou entrar em detalhes sobre a participação no leilão. Das dez empresas que operam campos produtores no RN, incluindo a estatal, seis receberam sinal verde da ANP para participar do leilão

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