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O Rio Grande do Norte  contratualiza com o Ministério da Saúde, anualmente, cerca de R$ 96 milhões para investimentos no Serviço Único de Saúde (SUS), mas o governo federal não está direcionando, exclusivamente, recursos financeiros por causa da Copa do Mundo de 2014, que tem Natal como uma das 12 cidades-sedes do país. “Os investimentos são nas mais variadas frentes. O que a gente está fazendo é identificar demandas. Não tem dinheiro para tudo e  não temos a expectativa de que uma Copa do Mundo vai te permitir sanar as distorções históricas de insuficiência de investimento em saúde”, afirma o secretário estadual de Saúde Pública, Luiz Roberto Fonseca. As áreas consideradas nevrálgicas e críticas e que precisam de mais atenção, segundo o secretário, são as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), Unidades de Pronto-atendimento (UPAs) e o Serviço Atendimento Móvel de Urgência (SAMUs). São elas, que hoje, concentram os investimentos.

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