Pobre povo brasileiro, que, merecidamente, sonhava com o título de HEXACAMPEÃO MUNDIAL DE FUTEBOL para o Brasil e terminou prejudicado pela política corrupta que se alastrou pelo País, atingindo até o Campeonato Brasileiro de Futebol.
Os árbitros se fizeram de cegos e surdos, “esquecendo” de marcar inúmeras faltas e impedimentos, praticados contra a nossa Seleção.
Saudade do tempo em que a Seleção Brasileira vestia a sua camisa verde e amarela com o coração. Tempos idos e vividos. Hoje, predomina a corrupção até no futebol, e parece que a Copa do Mundo tornou-se um simples jogo de cartas marcadas.
Os leitores e torcedores, amantes do Futebol, nestes tempos intranquilos em que, no Brasil, se ergue uma “estátua à corrupção”, necessitam de razão para sorrir, sem fazerem papel de palhaços.
Futebol é guerra, é jogo, é arte, é uma graça, mora?
É uma e outra. É uma coisa de cada vez e tudo isso ao mesmo tempo. De onde o suor e o sangue, a alegria e as lágrimas. O choro e o riso.
O craque dribla? – ganha aplausos. O juiz claudica? – Recebe vaias. O dirigente impera indiferente? – Herda o desprezo…o esquecimento.
Mas o futebol é, sobretudo, vida. A emoção do momento inédito, sempre criado e recriado para as imensas plateias. Cada um deles, inesperado. Dramático, curioso, violento, umas vezes. Divertido, alegre, hilariante, muitas outras. Ontem, hoje, amanhã.
Todos os dias, em qualquer parte, a qualquer hora, nos estádios-monumentos, ou nos campos de pelada. Onde quer que a bola role, e se desenrole uma partida. Aí estarão, de mãos dadas, lágrimas e risos.
O riso que vem de longe, que corre através dos tempos, desde as primeiras experiências do homem ante a pelota. Desde que este descobriu o jogo, a guerra, a garra, a arte, a graça, mora. Desde que descobriu o jeito de atuar com a bola nos pés.
Desses momentos, nasceram histórias hilárias, episódios, casos. Nascidos da realidade, nos campos de jogo, na relação bola-homem- e homem-bola-homem.
Seus autores são os craques ou os pernas-de-pau que, de bola nos pés, dançam o mais fascinante balé que as multidões veem e reveem.
E o procuram, como a um novo “pão-nosso de-cada dia”.
Atualmente, a corrupção é vista abraçada aos ministros togados e às velhas raposas socialistas. Para afastar a tristeza, Futebol é o melhor remédio.
Pelé surgiu para os olhos do mundo na Copa de 1958, disputada na Suécia, quando o Brasil foi Campeão. O que pouca gente sabe é que aquele então adolescente de 17 anos, ficou de fora dos dois primeiros jogos (3X0 na Áustria e 0X0 na Inglaterra).
Na comemoração, surgiu a famosa canção “A Taça do Mundo É Nossa”, da autoria de Wagner Maugéri Sobrinho, Victor Dagô e Lauro Müller. A música foi lançada em 1958, para comemorar a primeira vitória do Brasil na Copa do Mundo.
Para ouvir a gravação original da marchinha que embalou a conquista do primeiro título mundial do Brasil em 1958, clique aqui.
