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O lucro líquido foi 11% superior ao de 2012 em função dos reajustes nos preços do diesel (20%) e da gasolina (11%) em 2013, do aumento da produção de derivados, da otimização de custos, dos ganhos com venda de ativos, das menores baixas de poços secos e do menor impacto cambial devido à contabilidade de hedge. O EBITDA ajustado atingiu R$ 62 bilhões 967 milhões, 18% maior que o de 2012. No 4º trimestre, o lucro líquido foi de R$ 6 bilhões 281 milhões, 85% superior ao do 3º trimestre. O resultado reflete os maiores volumes de exportação de petróleo, as menores baixas de poços secos, os ganhos na venda do ativo BC-10 e o benefício fiscal decorrente do provisionamento de juros sobre o capital próprio.

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