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O governo do estado vai analisar o impacto da desativação de parte do parque fabril da Coteminas e recalcular os incentivos fiscais concedidos ao grupo, que é um dos maiores no segmento têxtil e de confecções do país. A previsão é que a análise seja concluída até o final de outubro, de acordo com o coordenador de desenvolvimento industrial do Rio Grande do Norte, Neil Armstrong. A empresa é uma das beneficiadas pelo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial (Proadi), que passa por uma reformulação.

A análise é necessária, porque o grupo desativou parte da fábrica de São Gonçalo do Amarante para dar lugar a um complexo imobiliário e empresarial de R$ 1 bilhão. Mais de 500 funcionários foram dispensados. A redução do quadro de funcionários e a possível queda da produção – não confirmada – serão consideradas na análise. Os incentivos concedidos podem ser reduzidos, se for comprovada queda no nível de atividade, além do ‘permitido’ pelo Proadi.

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