Infiltrações comprometem não apenas as instalações físicas, mas a documentação arquivada

Uma semana é a estimativa do coordenador geral do órgão de Proteção e Defesa do Consumidor Estadual (Procon-RN), Ney Lopes Júnior, para que se encontre uma solução a curto prazo para a entidade restabelecer suas atividades normais. Na quarta-feira, 5, a sede do órgão, localizada na Avenida Tavares de Lira, na Ribeira, foi interditada completamente por orientação do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (Crea-RN). Com isso, o atendimento ao público passou a ser feito provisoriamente nas centrais do cidadão da Zona Norte e do Via Direta.

Na Ribeira, eram feitos uma média de 80 atendimentos e seis audiências diárias. No  sistema improvisado que passou a valer a partir de ontem, a coordenadoria geral do Procon acredita que deverá haver uma queda para 50 atendimentos por dia. Segundo Ney Lopes Júnior, há três soluções para que o atendimento volte a normalidade. A primeira delas é o prédio ser completamente reformado, hipótese já descartada pelo coordenador geral, que contratou um engenheiro para fazer a análise. “Para uma reforma seria preciso derrubar o prédio e só aproveitar o terreno para construir outro. É inviável”, afirmou.

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