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O Rio Grande do Norte fechou 156 postos de trabalho com carteira assinada no último mês de abril. Foi o que apontou o Novo Caged, que teve atualização mensal divulgada nesta quinta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O resultado colocou o estado como o terceiro pior na geração de empregos do país, ficando atrás do Rio Grande do Sul, que fechou 1,3 mil empregos, e de Alagoas, que fechou 1,5 mil.
Os três estados foram os únicos do país que tiveram saldo negativo e fecharam postos de trabalho em abril. O Brasil criou 85 mil novos empregos no mês.
No Rio Grande do Norte, o saldo negativo foi baseado em:
- 20.089 contratações; e
- 20.245 demissões.
O saldo é calculado através da diferença do número de contratações e demissões por carteira assinada. Neste caso, houve mais demissões que admissões.
Apesar da queda em abril, o saldo no acumulado do ano de 2026 é positivo no Rio Grande do Norte, com 242 postos de trabalho criados, baseados em 83.142 admissões e 82.900 demissões.
Dados por cidade
As cidades com piores saldos, ou seja, com mais demissões que demissões, foram:
- Mossoró: -246
- Ipanguaçu: -117
- Jandaíra: -113
- Baraúna: – 93
- Guamaré: – 92
Já as cidades que tabriram mais postos de trabalho foram Natal (215), Assú (109), São Gonçalo do Amarante (90), Currais Novos (84) e Pau dos Ferros (79).
Principais setores
O setor que mais teve perda em abril no Rio Grande do Norte foi o da Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com 1.050 postos de trabalho a menos
Veja lista abaixo:
- Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: – 1.050 postos de trabalho
- Indústria geral: -152
- Construção: 185
- Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas: -354
- Serviços: 1.218
Fonte: G1RN