E quem quiser que conte outra

FERNANDO JORGE

Fernando Jorge

Pois é.

É uma grande pena eu haver conhecido Nelson Freire somente no ano de 2010.

Posso defini-lo como um gentleman. Um bom sujeito. Político, músico, poeta e um excelente colega de trabalho e um grande chefe de família.

Posso me considerar um felizardo em tê-lo como meu amigo.

Muitos podem achar uma tremenda bajulação de minha parte escrever sobre ele no seu próprio Blog. Mas é justamente aqui, neste espaço, que lhe pertence, que lhe presto uma homenagem e um reconhecimento. E este artigo ele não teve conhecimento. Ainda. Pois foi entregue diretamente à sua chefe de redação, para poder ser publicado.

Vim a conhecer Nelson quando fomos colegas de trabalho, durante a minha gestão como Diretor Financeiro e Administrativo da Potigás, ele por sua vez, era o Diretor Presidente, ainda em 2010. Convivemos como colegas durante ótimos seis meses. Muito aprendi, principalmente sobre a convergência de buscar sempre o bom senso.

Falar sobre Nelson é falar de um homem com grandeza pública. Foi Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte durante o período de 1987 a 1989, e claro, Deputado Estadual. Além de ter sido vereador, Secretário de Indústria e Comércio, do Turismo, entre tantos outros cargos públicos.

O que mais me chama a atenção em Nelson é a sua inteira capacidade de transitar em todos os setores da sociedade, independente de cores partidárias ou de qualquer outro fator que o segregue. Podemos notar esse comportamento, quando se lê o livro QUEM QUISER QUE CONTE OUTRA, de sua autoria. Nesse livro o Nelson conta histórias e estórias vivenciadas em sua vida pública, e os personagens, apesar de partidos políticos diversos, são todos seus amigos. Coisa muito rara. Um grande feito.

Agora, ele está “bombando” com este seu blog (Ponto de vista) e com seu programa de televisão de mesmo nome, no qual tive a honra de poder participar como entrevistado.

Através destes veículos de comunicação, Blog e TV, o Nelson coloca à prova toda a sua verve artística. Sim senhor, artística mesmo. Isto porque entrevistar e escrever são uma arte.

Enfim, quero aproveitar este espaço para agradecer pelo privilégio de ser seu amigo e admirador.

Quem não conhecer o Nelson, “Que Conheça Enquanto Pode”. (Isto pode dar um livro. Risos)

Eu conheço o Nelson. E você?

Fernando JorgeContabilista e Cidadão

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