A Volkswagen precisava executar um único movimento, uma só mexida, para fazer do sucessor do New Beetle, de 1998, um sucesso: aposentar de vez o vasinho de flores existente ao lado do volante. Mais nada seria necessário. Mas os engenheiros e designers alemães foram além e enterraram de vez o “flower power”, mote do modelo anterior. O novo Fusca retoma não apenas o apelido, mas também o estilo do Volkswagen original (o que chegou ao Brasil nos anos 1950), combinados a uma mecânica atual, a mesma do Jetta TSI, tudo na medida para agradar não apenas os machos, nem só as patricinhas, mas a todo tipo de público.

A retomada do nome original — que é oficial, está no documento do carro: VW Fusca 2.0 — trouxe também o carisma do modelo original a reboque. Assim, o novo Fusca cansou de ser apresentado ao público: primeiro em setembro, com Neymar e um time inteiro de celebridades de primeira e segunda divisão, todos loucos para aparecer mais que o carro (relembre aqui); depois no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro, quando ganhou etiquetas de preço e uma ala inteira no estande da Volks para si — embora tenha sido ofuscado pelos pequenos Up e Taigun (aqui); e, por fim, há duas semanas, junto com o novo Volkswagen CC (ex-Passat CC) e Tiguan R-Line, formando o trio de modelos matadores da linha premium da marca (saiba mais sobre este evento e sobre como o cupê de quatro portas anda, aqui).

Fonte: UOL

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