tufão

Dez mil pessoas podem ter morrido nas Filipinas após a passagem do super tufão Haiyan, o que o converteria no desastre natural mais mortífero já registrado neste país, informaram as autoridades neste domingo (10). “Nós nos reunimos com o governador (da província de Leyte) na noite passada e, baseando-nos nas estimativas do governo, há 10.000 vítimas (fatais)”, declarou à imprensa Elmer Soria, funcionário de alto escalão da polícia de Tacloban, a capital da província de Leyte, na ilha de mesmo nome. Entre “70% e 80% das construções e das estruturas situadas na trajetória do tufão foram destruídas”, disse. O balanço anterior fornecido pela Cruz Vermelha no sábado informava sobre 1.200 mortos, após a passagem pelo centro do arquipélago do tufão Haiyan, que chegou acompanhado de ondas de vários metros de altura e de ventos de até 315 km/h. A paisagem observada após a passagem do tufão, com casas arrasadas, postes elétricos derrubados, carros virados e sobreviventes atordoados percorrendo as ruas, lembrava a destruição causada pelo tsunami de 2004 na Ásia.

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