O governo brasileiro, através da Finep, já investiu cerca de 200 milhões de reais em pesquisas relacionadas a produção da energia eólica, afirma o economista Hudson Lima, chefe do Departamento de Energia e Tecnologias Limpas daquela instituição. Já os investimentos em energia solar, fonte em que o Brasil tem uma imensa capacidade produtiva, ainda engatinham. O motivo é o elevado preço da sua produção, o que a torna ainda inviável para as indústrias, diz o economista.
Depois de semanas de incerteza, os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, de onde é produzido 90% da eletricidade nacional, subiram em mais de 4% e a previsão é de que mais chuva ajude a normalizar o sistema nos próximos meses. Com isso, fica afastada de vez a possibilidade de um novo “apagão”.