Abaixo, algumas fotos do Relógio do Sol, entre as praias de Areia Preta e Miami, área de grande interesse turístico da cidade, que pede socorro ao Poder Público, para que sejam reparadas as anomalias retratadas aqui.

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Em frente ao Relógio do Sol, lugar de visitação de inúmeros turistas, percebe-se um trailer parado. Ele foi colocado ali por ocasião da Copa do Mundo, para servir de balcão para informações turísticas. Hoje isso não acontece. Em contrapartida, ele tira a visão de um monumento turístico da cidade.

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Ao lado do trailer, restos da obra de “recuperação” de uma estação de tratamento da Caern, que passou muito mais de um ano para ser feita. E atualmente, meses depois de concluída, ainda se vê resquícios do lixo da sua construção.

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Na parte de trás do Relógio do Sol,  a areia invadiu o local por falta de vegetação nativa ao lado do pátio existente. Isso tornou precário o acesso de pessoas para passear no local. Mais atrás, percebe-se que dos quatro coqueiros que antes havia, os responsáveis pelo assentamento do novo piso do local destruíram dois, sem terem a menor preocupação de replantar outros no lugar.

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Na lateral do pátio, havia uma escada que dava acesso a praia. A Caern, ao concluir a construção da estação de tratamento, simplesmente soterrou o local, sem a menor preocupação em considerar a utilidade daquele equipamento comunitário.

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Atrás do Relógio do Sol, a Caern resolveu construir esse “puxadinho”, para servir de apoio ao funcionário responsável pela estação de tratamento. Essa construção desvirtuou completamente a arquitetura do Relógio, tornando-se uma anomalia enfeando o monumento.

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