Demanda por leitos para tratamento de dependentes químicos vem aumentando, diante dos pedidos de internação compulsória

Embora sendo uma unidade referenciada no tratamento de pacientes com patologia psiquiátricas, o Hospital João Machado destina 16 dos seus 130 leitos masculinos para tratamentos de pacientes com dependência química de álcool e outras drogas. Porém, o o coordenador de Saúde Mental da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), médico Adriano Araújo de Souza, explicou que o HJM modificou o fluxo de atendimento de pacientes, encaminhando para hospitais gerais pacientes que apresentam problemas decorrentes do uso de drogas, que possam colocar em risco a sua vida. “Muitas vezes pacientes procuravam a urgência por causa clínica, que o hospital não estava preparado para responder”, disse ele.

Adriano Araújo admite que esse número de leitos para a desintoxicação de pacientes com dependência química ou que sofrem algum surto psicótico ou têm dificuldade psicomotora por causa do uso de drogas é insuficiente. Para isso, a Sesap tem uma previsão de ampliar o número de leitos na rede de hospitais gerais, que deve chegar a 122 leitos este ano.

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