A perspectiva de um inverno com um baixo volume de chuvas neste ano traz novos desafios na implementação do programa de Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS) no Rio Grande do Norte. O assunto foi abordado durante a reunião de monitoramento das ações do programa, realizada nesta quinta-feira (31), no Escritório Regional do Sebrae no Oeste, em Mossoró. O encontro contou com a presença do diretor Técnico do Sebrae-RN, João Hélio Cavalcanti, e da gestora do PAIS no estado, Honorina Eugênia.

O encontro contou também com a presença de agrônomos e consultores ligados aos parceiros, como a Fundação Banco do Brasil e prefeituras da região. A cada dois meses, técnicos e gestores se reúnem para avaliar os avanços que o programa vem obtendo em cada área e traçar novos rumos para a iniciativa.

Na avaliação dos agrônomos e consultores, caso o inverno continue apresentando perspectivas ruins, isso terá reflexos diretos em todos os setores produtivos, gerando um desequilíbrio na produção agrícola do estado em 2013. “Isso também é uma preocupação do programa, pois sabemos que é necessário identificar caminhos para o setor produtivo continuar crescendo”, aponta João Hélio Cavalcanti.

Atualmente, o programa atende 562 famílias potiguares e, até o fim do ano, esse número deve subir para 667 famílias beneficiadas. “Por meio do PAIS, estamos criando campos de trabalho, gerando renda e inclusão social, com a produção de alimentos saudáveis”, revela a gestora do programa, Honorina Eugênia.

O PAIS baseia-se em uma tecnologia social aplicada e desenvolvida pelo Sebrae, contando com o apoio da Fundação Banco do Brasil e várias prefeituras. A sua implantação começou em 2006, pelo Rio Grande do Norte, a partir de um projeto piloto desenvolvido no Vale do Açu.

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