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A estimativa inicial é que o primeiro Parque Tecnológico do Rio Grande do Norte consiga gerar até 6 mil empregos diretos, todas funções consideradas de alto valor salarial agregado. Os dados são da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico e foram revelados pelo titular da pasta, Rogério Marinho. Os postos criados por meio da iniciativa poderão ser ocupados, por exemplo, pelos 2,5 mil programadores de software formados pelo Instituto Metrópole Digital, da UFRN, projeto também idealizado por Rogério Marinho. No Estado, o IFRN, a Ufersa e a UnP também possuem cursos voltados para a área tecnológica.

O Parque Tecnológico do RN custará R$ 45 milhões para ser construído, em uma área da Escola Agrícola de Jundiaí (UFRN), em Macaíba. Além disso, outros R$ 1 milhão serão consumidos para a realização de consultorias. Mas, apenas um dos projetos âncoras já acertados destinará cerca de R$ 32 milhões, uma iniciativa do CTGás, que vai produzir estrutura para certificação de tecnologia e testes na área de energia eólica e solar, principalmente na produção de painéis fotovoltaicos.

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