
Apesar da saúde ser um ponto de consenso quando se fala da necessidade de melhorias, ele não é o único. Para o vereador eleito Rafael Motta, do PP, inclusive, a Câmara precisa dar uma resposta a sociedade não apenas no que diz respeito a saúde pública. É necessário também responder com uma conduta mais enérgica, atuante, para que a própria população sinta que a mudança de legislatura representou, também, uma mudança de conceito na Câmara.
“Natal enfrentou um caos político-administrativo e esse é um momento de resgatar a credibilidade da Casa Legislativa e como vereador temos a obrigação de resgatar a autoestima do natalense que se encontra, eu diria até, numa situação de depressão social. Então, a Câmara Municipal será fundamental para fazer o natalense voltar a crer na classe política”, avaliou ele.
A necessidade de mudança, por sinal, foi demonstrada nas próprias urnas, quando o eleitor natalense colocou novos nomes na Câmara Municipal de Natal. “É uma legislatura um pouco diferenciada, com vários novos nomes. É um sinal que o povo queria uma mudança em relação à Câmara, agora vem outro momento que é o do trabalho, trabalho ao longo desses quatro anos que virão, suprindo as expectativas dos natalenses”.
Além de uma mudança de nome, foi também uma mudança de idade. “O eleitor natalense é um eleitor jovem e tem que ser pensado por esse lado também. No Estado do Rio Grande do Norte existem até um milhão de jovens. Eu como sub-secretário da Juventude, participei e vi a realidade da juventude do nosso estado e da realidade do nosso município, então essa legislatura como novos nomes e nomes jovens, mostra que o natalense realmente quer um braço trabalhador que tenha energia, não desmerecendo aqueles que tenham mais idade, de forma nenhuma, até porque a cronologia de nossa idade está no nosso estado de espírito, não na nossa idade”, explicou.
Fonte: O Jornal de Hoje