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O Rio de Janeiro ganhou, nessa terça-feira (7), um espaço dedicado à memória dos mais de 700 mil mortos pela Covid-19 no Brasil – mais de 75 mil só no estado do Rio de Janeiro.
Instalado no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Centro da cidade, o Memorial da Pandemia foi inaugurado à tarde, marcando também a reabertura do espaço cultural para visitação pública após período de obras.
O local também recebeu uma instalação que exibia nomes, alternadamente, de vítimas da doença no Brasil.
A iniciativa busca preservar a memória das vítimas da crise sanitária e destacar a importância do fortalecimento de políticas públicas de saúde. O local passou por recuperação e volta a receber visitantes com uma programação voltada à reflexão sobre os impactos da pandemia no país.
“O Brasil viveu, durante a pandemia, não foi apenas uma crise sanitária, mas uma crise de responsabilidade pública. O negacionismo custou vidas. A ciência já demonstrou que grande parte das mortes poderia ter sido evitada se tivéssemos seguido as evidências, incentivado a vacinação e protegido a população”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante o evento.
“O que vimos foi o oposto: desinformação, descrédito da ciência e até a banalização do sofrimento de quem estava doente. Isso não pode ser normalizado nem esquecido”, acrescentou.
Regulamentação do sanitarista
Mais cedo, ainda dentro das atividades do Dia Mundial da Saúde, foi realizada uma agenda na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com foco na regulamentação da profissão de sanitarista.
Durante o evento, foram entregues os primeiros registros profissionais da categoria, que atua em áreas como vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental.
Fonte: G1