
A Malásia abriu neste domingo uma investigação por terrorismo, no dia seguinte ao desaparecimento de um Boeing 777 da companhia aérea Malaysia Airlines que transportava 239 pessoas, incluindo passageiros que embarcaram com passaportes roubados. Os temores sobre um possível ataque terrorista surgiram depois que o governo anunciou a abertura de uma investigação sobre quatro suspeitos a bordo do voo MH370, que fazia o trajeto de Kuala Lumpur-Pequim.
Pelo menos dois passageiros utilizaram passaportes europeus roubados. A agência oficial chinesa Xinhua informou neste domingo (9) que um cidadão chinês também não estava no avião, como havia sido relatado anteriormente. O homem assegura que nunca teve seu passaporte roubado ou perdido, embora o número de seu documento estivesse na lista de passageiros, com um novo nome.
Os Estados Unidos, que tinha três de seus cidadão a bordo, enviaram agentes da Polícia Federal (FBI) para ajudar nas investigações. Eles, contudo, indicaram que no momento não encontram nenhuma evidência de terrorismo. “Mobilizamos nossos serviços de informação e, é claro, informaremos as agências de combate ao terrorismo (…) de todos os países envolvidos”, declarou o ministro malaio dos Transportes, Hishammuddin Hussein.