Petroleiros são vistos na costa de Fujairah, enquanto o Irã promete fechar o Estreito de Ormuz, em meio ao conflito entre os EUA e Israel, em Fujairah, Emirados Árabes Unidos. — Foto: REUTERS/Amr Alfiky/Foto de Arquivo
Petroleiros são vistos na costa de Fujairah, enquanto o Irã promete fechar o Estreito de Ormuz, em meio ao conflito entre os EUA e Israel, em Fujairah, Emirados Árabes Unidos. — Foto: REUTERS/Amr Alfiky/Foto de Arquivo

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou nesta quinta-feira (5) que atacou e atingiu um petroleiro com bandeira dos Estados Unidos no norte do Golfo Pérsico.

O navio em questão “foi atingido por um míssil no norte do Golfo Pérsico” e “atualmente está em chamas”, anunciou a Guarda Revolucionária iraniana em comunicado lido na televisão estatal, porém sem fornecer mais detalhes.

 

O incidente, que ainda não foi confirmado de forma independente, ocorre enquanto o braço militar do regime iraniano afirmam ter “controle total” do Estreito de Ormuz, um ponto-chave para o comércio mundial de petróleo.

Ainda não se sabe qual o nome do navio alvejado. O governo dos EUA não se pronunciou oficialmente até a última atualização desta reportagem. Se confirmado, o incidente será uma nova escalada na guerra que o Irã trava com EUA e Israel desde sábado (28).

A Guarda Revolucionária do Irã tem ampla presença militar no Estreito de Ormuz e o fechou para o trânsito de petroleiros no sábado, horas após o início do conflito. Desde então, as forças iranianas têm bombardeado alguns petroleiros na região, e ao menos três incidentes do tipo foram reportados:

  1. Skylight, de bandeira do Palau, foi alvejado por projétil no sábado perto da costa do Omã no sábado (28). 4 ficaram feridos e 20 tripulantes foram evacuados;
  2. MKD VYOM, de bandeira das Ilhas Marshall, foi alvejado por drone perto da costa do Omã no domingo (1º). 1 tripulante morreu e houve um incêndio na sala de máquinas do navio;
  3. Athe Nova, de bandeira de Honduras, foi alvejado por dois drones e pegou fogo na segunda (2).

 

 

 

 

 

Fonte: G1

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