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O abastecimento de água e energia está perto do colapso na região Sudeste, a mais rica do país, e no Nordeste. Rivais políticos, PT e PSDB são responsáveis por nada terem feito, por motivos eleitoreiros, para mitigar uma situação que há mais de um ano se afigura como perigosa. O governo federal colocou o setor elétrico em desarranjo e com as tarifas apontando para o céu, após uma redução de 20% em um momento em que já havia sinais de redução da oferta hídrica.

A presidente Dilma fugiu a seu dever durante as eleições, não mencionou o tema e não agiu de acordo com a gravidade da situação. Até ontem, relutava em admitir a hipótese de racionalização de energia. O novo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, que ganhou o pior emprego da Esplanada dos Ministérios, recorreu à brasilidade de Deus para falar sobre o futuro.

A crise de energia está sendo potencializada por restrições ao consumo de água. E não foi a duração de um clima extremo por dois anos que levou o Sudeste e o Nordeste à beira do abismo do abastecimento. Os suspeitos de sempre estão acintosamente presentes: falta de planejamento, atrasos nas obras, descasamento entre a conclusão de usinas e respectivas linhas de transmissão e a burocracia

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