O leilão para concessão dos aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e Confins, em Minas Gerais, gerou R$ 20,82 bilhões para o Governo Federal, sendo R$ 19 bilhões pelo terminal carioca e R$ 1,82 bi para o comando das operações na Grande Belo Horizonte. O edital exigia lances mínimos que somavam R$ 5,9 bilhões. Na disputa pelo Galeão, o consórcio Aeroportos do Futuro, que tem a Odebrecht e Changi, de Cingapura, foi o vencedor. O lance apresentado foi de R$ 19 bilhões, o equivalente a um ágio de 289% sobre o lance mínimo, de R$ 4,828 bilhões.
