A Fifa, entidade que detém os direitos da Copa do Mundo, repassou um custo de R$ 870 milhões às 12 cidades que vão sediar a competição no Brasil. O valor, inicalmente previsto para ser privado foi repassado em 2009 atrvés de aditivos. A denúncia foi feita pelo jornal Folha de São Paulo. Após o Brasil ter sido escolhido, as cidades tiveram que assinar um acordo para sediar as partidas. O acordo obriga as sedes o fornecimento de tecnologia da informação, infraestrutura para mídia, controle de acesso de torcedores, cercas para isolamento e ainda alguns gastos relacionados aos seus estádios. “Se não assinássemos os aditivos, nós estaríamos declinando de ser sede da Copa”, esclarece o secretário da Secopa na Bahia, Ney Campello. Os custos ficaram estimados em R$ 214 milhões durante a Copa das Confederações. Mais R$ 600 milhões estão previstos para a disputa da Copa do Mundo, totalizando R$ 870 milhões.
