“Em 2022, faltou palanque ao presidente Bolsonaro em alguns estados, a exemplo do Nordeste”, afirmou o Marinho ao g1.
Ex-ministro de Jair Bolsonaro e líder da oposição no Senado, Marinho havia manifestado a intenção de disputar o governo do Rio Grande do Norte pelo PL, mas aceitou mudar de rota para ajudar a articular a candidatura presidencial de Flávio, seu colega no Congresso.
Marinho era a aposta do PL para a disputa no estado, atualmente governado pelo PT, e disse na quarta-feira (21) que vai integrar a pré-campanha de Flávio a pedido do pai dele, que está preso em Brasília e escolheu o filho como candidato presidencial.
Para Marinho, a escolha de seu nome sinaliza um olhar da campanha para o Nordeste, mas não define que o seu trabalho será restrito à região em que o presidente Lula (PT) tem amplo apoio.
“Cada região está sendo tratada com as características que elas têm. O fato de eu ser do Nordeste mostra uma sensibilidade maior à região, mas não significa que a atuação vai ser direcionada. Vai ser em caráter nacional”, afirma.
Desempenho de Flávio no Nordeste
Na região Nordeste, Flávio aparece com índices de intenção de voto entre 12% e 18% nas pesquisas mais recentes. Enquanto Lula, tem entre 60% e 65% em eventuais cenários testados.
O desempenho depende do cenário, pois os candidatos variam. São simulações de 1º turno.
O melhor resultado do senador (18%) ocorre no cenário em que ele disputa com Lula, Romeu Zema (Novo), Aldo Rebelo (DC) e Renan Santos (Missão). Nessa simulação, o presidente tem 62%.
Flávio aparece com 13% quando concorre com Lula e todos os principais nomes cotados da direita: Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ratinho Júnior (PSD), Ronaldo Caiado (União) e Romeu Zema (Novo).
Fonte: G1RN
