O Carnaval é uma festa que transcende fronteiras geográficas e temporais, representando tradição e inovação.
É quando acontece uma verdadeira lavagem cerebral do povo, com show de “bundas”, vestidas apenas com fio dental, na televisão e nos blocos carnavalescos que enchem as ruas do País, onde as visões se turvam e a libido enlouquece.
No Carnaval, há uma lavagem cerebral generalizada e o brasileiro, durante o período de Momo, adormece a mente para os problemas diários, e foca apenas na nudez exibida na mídia, agitando os cérebros e proliferando desejos.
Com as fantasias minúsculas que exibem o corpo, e muita bebida, o carnaval dá uma prega na vida do povo e no pensamento. Fica tudo para depois…E o depois só traz contas a pagar.
O Carnaval é a expressão mais genuína da cultura brasileira. É o tempo em que o povão se reúne para celebrar sua própria miséria e sua própria ignorância, e expor as suas “bundas”. Alguns aproveitam o carnaval para sair do armário e assumir seus distúrbios hormonais e suas taras. Nunca vi tanta libidinagem na Barra do Cunhaú, como neste ano de 2026.
O Carnaval é o verdadeiro “Laissez-faire”, expressão francesa, que significa “deixe fazer”. Ela é utilizada para identificar um modelo político e econômico de não – intervenção estatal. O poder público deixa tudo acontecer.
A Barra do Cunhaú, bela praia do Rio Grande do Norte (Canguaretama), que já foi um recanto familiar, onde se podia descansar com tranquilidade, atualmente, no carnaval, passou a ser invadida por visitantes carnavalescos perturbadores e inconvenientes, portando paredões e serviços de som, onde a baixaria da música Funk impera. É de fazer vergonha o nível de músicas Funk que esses visitantes impõem aos veranistas e proprietários. Um verdadeiro deboche, sob os olhos do poder público, que, mesmo disponibilizando diversos veículos de fiscalização, são desrespeitados pelos invasores e os fiscalizadores fazem vista baixa na fiscalização.
Os veranistas não tem, no carnaval, um minuto de sossego na Barra do Cunhaú. Os paredões tem passe livre para infernizar a vida dos proprietários que pagam IPTU, e contribuem, há anos, para valorizar a beleza da praia.
Ao serem flagrados os excessos de decibéis, os fiscais da lei impõem aos infratores, apenas, a diminuição do som, fazendo papeis de palhaços, pois os paredões não são apreendidos, e os infratores continuam estourando os ouvidos dos veranistas e enchendo a rua de libidinagem, com músicas “funks” indecentes, de baixíssimo nível, numa ode ao sexo e ao desrespeito aos veranistas, numa provocação inimaginável.
Meu antigo vizinho, para se livrar da invasão dos paredões, e visando lucro, num desrespeito aos antigos proprietários,
passou a alugar a casa, no carnaval, a grupos de jovens, casais de namorados, trazendo um detestável paredão, roubando de vez o nosso sossego, e incentivando o sexo.
Transformaram a casa num verdadeiro “inferninho”, roubando dos vizinhos o direito de usar a casa no carnaval, por absoluta falta de sossego.
A Barra do Cunhaú foi acometida da “praga do mal vizinho”, e pela “praga do paredão”.
Socorro, Prefeitura de Canguaretama!!! Não acabem com o veraneio e o carnaval da Barra do Cunhaú!
Os administradores estão se deixando dominar pelos forasteiros, enxotando os veranistas e proprietários de imóveis. Permitem que os baderneiros invadam a praia, fazendo com que os veranistas e moradores batam em retirada, à procura de outros lugares, onde possam preservar a saúde.
