Nesta segunda-feira (25), em assembleia com cerca de 200 pessoas, os servidores da Saúde decidiram encerrar a greve, iniciada em 15 de outubro. Segundo os servidores a decisão foi tomada “diante da intransigência do governo em relação ao reajuste salarial”, que permanece em 8%, e de “avanços sobre outros pontos da pauta de reivindicações”. Segundo o Sindsaúde, o secretário de Planejamento, José Dionísio Gomes da Silva, enviou ofício na sexta-feira (22) que a Prefeitura se compromete a manter a remuneração do servidor quando este precisar utilizar a licença-prêmio. Atualmente, o salário é reduzido, o que faz com que muitos não utilizem o direito. Além disso, outros pontos foram acordados. A Prefeitura também teria de se compromete a enviar um Projeto de Lei para a Câmara, corrigindo supostas distorções na progressão da carreira. Pela normal atual, quem se afasta por mais de 120 dias para licença médica, deixa de progredir na carreira. Além destes pontos, a Prefeitura assumiu o compromisso de não buscar o desconto dos dias parados da greve, que foi considerada legal.
