16 de novembro de 2017

BRITO E O PROTOCOLO DA CANINHA – Valério Mesquita

BRITO E O PROTOCOLO DA CANINHA – 01)  Nas eleições diretas de 1982 para governador, a SUDENE voltou a desempenhar importante papel no desenvolvimento do Nordeste. Qualquer notícia sobre as ações da SUDENE ganhava as primeiras páginas dos principais jornais do país. Em Pernambuco, o então governador Roberto Magalhães anfitrionava […]
7 de novembro de 2017

LUTAS E ADVERSIDADES – Valério Mesquita

LUTAS E ADVERSIDADES – Outubro se despediu em meio à efemérides, tormentos e mistérios. Nele foi celebrada a canonização dos mártires de Cunhaú e Uruaçu. Provou-se que a alma é divina e a obra humana imperfeita. As formas imprecisas e os rostos invisíveis dos martirizados não foram abstratos. Mas reconhecidos […]
4 de novembro de 2017

O RENASCIMENTO DE CUNHAÚ – Valério Mesquita

O RENASCIMENTO DE CUNHAÚ – Câmara Cascudo, em sua Acta Diurna publicada em “A REPÚBLICA”, em 13 de outubro de 1945, dizia: “Não há trecho de terra mais sagrado para nós. Foi o primeiro núcleo industrial da Capitania e a região mais revirada pela guerra e molhada de sangue. Ali […]
31 de outubro de 2017

MACAÍBA: 140 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA (2017) – Valério Mesquita

Pesquisa e Texto de Valério Mesquita (*) e Anderson Tavares   MACAÍBA: 140 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA (2017) – Os núcleos populacionais mais antigos e conhecidos nas terras onde atualmente ergue-se a cidade de Macaíba foram o arraial e o engenho Potengi (Ferreiro Torto), o segundo da capitania do Rio […]
27 de outubro de 2017

O SINO DA MATRIZ – Valério Mesquita

O SINO DA MATRIZ – A Igreja de Nossa Senhora da Conceição em Macaíba possuía um sino antigo, fincado na fachada superior do templo, que durante muitos anos se constituiu no cartão postal da cidade. O seu som dolente e pungente reunia os católicos de perto e da distância. As […]
12 de outubro de 2017

A SOMA DE TODOS OS ERROS – Valério Mesquita

A SOMA DE TODOS OS ERROS – As minhas sensações se revezam depressa. Por mais que me esforce, não consigo me fixar em coisa alguma. Se penso ou sinto algum tema, deduzo que tudo será esquecido e me calculo inútil. Esse prelúdio indefectível talvez chegue a algum lugar. Gostaria de […]
6 de outubro de 2017

SOPRA UM VENTO FORTE – Valério Mesquita

SOPRA UM VENTO FORTE – Não, não é o vento de Geraldo Melo soprado no Rio Grande do Norte lá pelos fins e confins dos anos oitenta. Na Espanha, o cardeal Cañizares denunciou a existência de uma revolução social para destruir os postulados da Igreja Católica. A assertiva cardinalícia aduz, […]
29 de setembro de 2017

LEIAM OS SALMOS – Valério Mesquita

LEIAM OS SALMOS – Não sou pastor nem vigário, mas leiam os Salmos. No livro dos Salmos, basicamente, os gêneros vão desde os hinos de louvor, de lamentos, de ação de graças, de confiança, sapiências, até aqueles de estilo poético. Não é  à  toa  que  o  próprio Martinho Lutero classificou-os […]
22 de setembro de 2017

POLUIÇÃO VISUAL – Valério Mesquita

POLUIÇÃO VISUAL – O rio Jundiaí, no trecho em que atravessa a cidade de Macaíba, perdeu o solo, o curso, o chão, o cheiro, a visão e é ameaça à segurança dos habitantes. Entre o parque governador José Varela e a praça Antônio de Melo Siqueira deixaram crescer no leito […]
15 de setembro de 2017

DE ORADORES E ASTRÔNOMOS – Valério Mesquita

DE ORADORES E ASTRÔNOMOS – Natal nunca perdeu a tradição de possuir uma plêiade de oradores circunstanciais. São as famosas patativas da palavra facultada. Assim foi o advogado José Guará, o comerciante e desportista José Prudêncio (o Pruda do ABC). Lembro-me do ex-comandante da Polícia Militar coronel Marcondes. Certa vez, […]
7 de setembro de 2017

NERUDA: “O QUE JÁ ERA”! – Valério Mesquita

NERUDA: “O QUE JÁ ERA”! – Recebi da advogada conterrânea Euda Fernandes, com escritório no Rio de Janeiro, um belo texto de Pablo Neruda que me fez refletir, mais do que já faço, sobre a vida. Diz o grande poeta chileno que “morre lentamente quem não viaja, quem não lê, […]
1 de setembro de 2017

DE ORADORES E ASTRÔNOMOS – Valério Mesquita

DE ORADORES E ASTRÔNOMOS – 01)  Natal nunca perdeu a tradição de possuir uma plêiade de oradores circunstanciais. São as famosas patativas da palavra facultada. Assim foi o advogado José Guará, o comerciante e desportista José Prudêncio (o Pruda do ABC). Lembro-me do ex-comandante da Polícia Militar coronel Marcondes. Certa […]
24 de agosto de 2017

NERUDA: “QUEM JÁ ERA”! – Valério Mesquita

NERUDA: “QUEM JÁ ERA”! – Recebi da advogada conterrânea Euda Fernandes, com escritório no Rio de Janeiro, um belo texto de Pablo Neruda que me fez refletir, mais do que já faço, sobre a vida. Diz o grande poeta chileno que “morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem […]
18 de agosto de 2017

AS TRANSFORMAÇÕES DA VIDA – Valério Mesquita

AS TRANSFORMAÇÕES DA VIDA – O historiador romano Publius Cornelius Tacitus disse que “não há no mundo nada inventado pelo homem que o tempo não destrua”. Frase lapidar, verdadeira e nunca contestada. Acredito na evolução das ciências, todas, indistintamente, direcionadas ao bem da humanidade. Assunto vasto que pode parecer vago […]
4 de agosto de 2017

VILMA MARIA DE FARIA – Valério Mesquita

VILMA MARIA DE FARIA – Nela votei na eleição para o senado e votaria de novo. Foi o meu primeiro voto. Sempre fomos amigos. Ela nunca confundiu amizade com ocasionais divergências políticas. Foi civilizada, republicana e democrática. Quebrou tabus, rasgou preconceitos e exprimiu com limpidez o sentimento de coragem da […]
27 de julho de 2017

TÚNEL DO TEMPO – Valério Mesquita

TÚNEL DO TEMPO – Negativo. Não é o Big Brother Brasil, horrível e superficial. Nem coisas do Banco do Brasil ou do Banco do Nordeste. Quero me referir ao mais notável trio da política do Rio Grande do Norte, das décadas de cinquenta a setenta. Do tempo em que não […]
21 de julho de 2017

RELEMBRANDO BOB MOTTA – Valério Mesquita

RELEMBRANDO BOB MOTTA – Morreu Bob Mota, o poeta do povo. Foi autor consagrado que dispensa ladainhas. Publicou mais de quinze cordéis e manteve coluna semanal “Cantinho do Zé Povo” em jornais de Natal e de outros municípios. O irrequieto Roberto Coutinho da Motta foi acolhido no Instituto Histórico e […]
14 de julho de 2017

PERDEMOS O CANTO E O ENCANTO – Valério Mesquita

PERDEMOS O CANTO E O ENCANTO – Claro que me refiro à campanha política eleitoral nas ruas, nas praças, nos dias e noites, nas estações de rádio e televisão. Se comparada às dos anos sessenta, setenta, e colocadas na vitrine a performance, a beleza plástica, humana, visual e emocional – […]
7 de julho de 2017

RELEMBRANDO TICIANO DUARTE – Valério Mesquita

RELEMBRANDO TICIANO DUARTE – Certos homens adquirem uma visibilidade tão marcante em seu campo de atuação que se tornam imprescindíveis aos seus contemporâneos, na medida em que suas opiniões e convicções passam a determinar modos de ver e de interpretar os acontecimentos da vida social, política e cultural. É que […]
29 de junho de 2017

ARQUIVOS – Valério Mesquita

ARQUIVOS – Rebuscando papéis, certo dia, fui achar uma carta que remeti ao jornalista e poeta maior Sanderson Negreiros, datada de 21 de novembro de 1971. Eterno capataz dos mistérios circundantes, o poeta utilizava os seus “Quadrantes” para captar o humanismo asmático. Para tanto, tinha profunda e oxigenada “respiração filosófica”. […]