Projetada para ser o ‘pulmão’ hídrico do Rio Grande do Norte, a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, respira com dificuldades. O maior reservatório do estado alcançou, neste mês, uma das piores médias históricas de reserva de água: 30,4% da capacidade total (2,4 bilhões de metros cúbicos). Desde o ano passado, a Agência Nacional de Águas (ANA), gestora do reservatório, diminui a distribuição de água pelo reservatório. Com a capacidade total, a barragem consegue liberar até 17 metros cúbicos de água por segundo: hoje, a média é de 9,59 m³/segundo, quase metade da capacidade.
Construída na década de 1980 no município de Itajá, a barragem tinha como foco suprir a demanda de água para o projeto de irrigação do Vale do Assú. A região é dividida em dois lotes, mas apenas um funciona e está sob responsabilidade do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca. Atualmente, 72% (ou 6,8 m³/segundo) da vazão da barragem é destinada à irrigação às margens do Rio Piranhas-Açú. Já a demanda de abastecimento de 34 municípios do estado é atendida por uma vazão de 1,1 m³/segundo.
Entretanto, a ANA iniciou estudos para conter a demanda destinada à irrigação. De acordo com o superintendente de planejamento da agência, Sérgio Ayrimoraes, um plano estadual para gestão de bacias hidrográficas foi apresentado na última sexta-feira (6) com o objetivo de delimitar um “marco regulatório” do uso das águas no RN.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,2580 DÓLAR TURISMO: R$ 5,4950 EURO: R$ 6,1030 LIBRA: R$ 7,0680…
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesse domingo (22) que agentes do Serviço de…
1- A Nike lançou no último sábado a camisa 1, amarela, da seleção brasileira,…
O voo direto do aeroporto de Natal para Montevidéu, no Uruguai, começa a operar nesse…
O vice-governador Walter Alves (MDB) informou na última sexta-feira (20) que vai seguir no cargo…
Um sargento da Polícia Militar e um empresário foram presos na última sexta-feira (20) suspeitos dos…
This website uses cookies.