Uma equipe de cientistas e restauradores concluiu os trabalhos realizados no local do túmulo de Jesus na Cidade Antiga de Jerusalém e a área será reaberta ao público na quarta-feira (22).
O grupo trabalhou pelos últimos nove meses na Basílica do Santo Sepulcro e teve como foco uma pequena estrutura acima do local de sepultamento, conhecida como a Edícula.
De acordo com a fé cristã, o corpo de Jesus foi sepultado no que se tornou o local da Basílica do Santo Sepulcro. Os restauradores também trabalharam em outras partes da igreja, segundo a supervisora do projeto.
A estrutura precisará de reforços e conservação, incluindo a instalação de uma rede subterrânea de drenagem para água da chuva e esgoto, disse nesta segunda-feira Antonia Moropoulou, professora da Universidade Técnica Nacional de Atenas. Moropoulou dirigiu o trabalho nolocal e se mostrou satisfeita com os trabalhos e pede agora à comunidade cristã “que o mantenha”.
No mês passado, a chefe da restauração entregou aos três Custódios – o greco-ortodoxo, o armênio apostólico e o católico romano – o projeto de “estabilização de alicerces” que estes ainda estão estudando.
“Agora é possível ver a cor e a textura, as inscrições, os afrescos”, disse Moropoulou junto à estrutura centenária, onde a tradição cristã considera que ocorreu o enterro e a ressurreição de Jesus, após dez meses de restauração durante os quais foram limpas as lâminas de mármore da armação e sua estabilidade foi reforçada.
No final de fevereiro, os andaimes colocados pelos britânicos em 1947 foram removidos e as lonas e tapumes que cercam a Edícula serão retirados nas próximas horas, para que o recinto fique livre de materiais de obra antes de 22 de março, data da apresentação.
No alto da cúpula reluz uma cruz greco-ortodoxa, que não estava antes da restauração e que, segundo o franciscano e arqueólogo Eugenio Alliata, poderia pertencer ao projeto original da Edícula.
As ramificações cristãs grega ortodoxa, armênia e católica romana compartilham tutela da igreja, onde tensões muitas vezes aumentam pelo controle de seus vários setores. Disputas entre as ramificações adiaram trabalhos de restauração por mais de 200 anos.
Os trabalhos só tiveram início no ano passado após a igreja ser considerada insegura por autoridades israelenses, que controlam Jerusalém Oriental desde sua captura em 1967.
Cada ramificação contribuiu com US$ 3,3 milhões para o projeto e o rei Abdullah, da Jordânia, também fez uma doação pessoal, segundo relatos da imprensa. As informações são das agências Reuters e EFE.
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