A criação de empregos com carteira assinada registrou em setembro o pior resultado para o mês desde 2004, no Rio Grande do Norte. Foram criados 3.646 empregos, enquanto nos últimos nove anos o saldo sempre ficou acima de 4.400, chegando ao pico de 7.444 em setembro de 2006. Em 2004, único ano da série em que o desempenho foi pior que em 2014, o total de vagas geradas no mês não passou de 1.372.
Também houve desaceleração no país e o emprego registrou, nacionalmente, o resultado mais fraco em todo o governo petista. O saldo líquido de empregos formais gerados em setembro foi de 123,7 mil, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Para meses de setembro, o resultado foi o mais baixo desde 2001, quando foram criados 80 mil postos de trabalho. Depois disso, a geração de emprego formal sempre superou a marca de 150 mil nos meses de setembro. De janeiro a setembro deste ano, a criação de empregos acumula um saldo de 904,9 mil vagas. Até o fim de 2014, o governo espera chegar a 1 milhão de vagas.
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