A cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan, disse nesta sexta-feira (3) que a variante ômicron do coronavírus é “muito transmissível”.
Ela ponderou, no entanto, que as pessoas “não devem entrar em pânico” e que o mundo está melhor preparado com as vacinas desenvolvidas desde o início da pandemia.
Swaminathan conversou com jornalistas durante uma conferência organizada pela agência de notícias Reuters e disse que ainda é cedo para afirmar que as vacinas precisarão ser modificadas.
Em Genebra, um porta-voz da OMS disse, também nesta sexta, que não há registro de mortes ligadas à variante.
Christian Lindmeier, porta-voz da OMS, disse em entrevista coletiva que a organização não tem, até o momento, registrada nenhuma morte vinculada à variante ômicron.
Ele reconheceu, no entanto, que ainda é cedo para tirar conclusões e que muitos países aumentaram a realização de testes para detectar a presença dessa nova variante.
A OMS pediu aos países que aumentem a capacidade de seus serviços de saúde e vacinem sua população para combater o aumento de casos provocados pela variante ômicron.
A organização disse também que as restrições às viagens podem ganhar tempo, mas que por si só não são a resposta.
A nova variante, considerada preocupante pela OMS, foi registrada pela primeira vez no sul da África, mas já foram anunciados casos em quase 30 países de todos os continentes.
Entre os casos há contágios vinculados a viagens para o continente africano, mas também casos de transmissão local.
Fonte: G1
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,0890 DÓLAR TURISMO: R$ 5,2790 EURO: R$ 5,7320 LIBRA: R$ 6,7920…
O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (15) o Projeto de Lei Complementar (PLC) que amplia…
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou a suspensão de venda e uso de…
Você reparou se o café coado que faz em casa está diferente? Se a resposta…
1- Natal sedia até domingo (19) uma etapa da Copa Brasil de Tênis de Mesa.…
A Justiça do Rio Grande do Norte condenou uma plataforma de apostas esportivas a liberar…
This website uses cookies.