Michel Temer completa nesta sexta-feira (12) um ano à frente do país. Foram três meses como interino e, no fim de agosto, ele assumiu definitivamente a Presidência da República, após o impeachment de Dilma Rousseff. Nesse período, Temer conseguiu maioria no Congresso Nacional e emplacou reformas, como a trabalhista e a da Previdência, que tramitam no Legislativo.
Temer deu implementou a reforma administrativa, que cortou cargos e ministérios, e a reforma do Ensino Médio. Mas o presidente também enfrentou resistências e críticas ao anunciar essas mudanças e viu ministros do seu governo citados em escândalos de corrupção.
Com foco na recuperação da economia, o presidente divulgou medidas de ajuste fiscal, criou o Cartão-Reforma, que libera até R$ 5 mil para o brasileiro fazer pequenas obras em casa, e permitiu o saque de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Neste um ano, o país viu a inflação e os juros caírem. Porém, também sofreu com o desemprego em alta.
Mas para a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), as medidas adotadas pelo governo nos últimos tempos, como a reforma trabalhista, vão ajudar a gerar empregos e retomar o crescimento econômico. Segundo o presidente da entidade, Paulo Skaf, essas ações são necessárias.
“O Brasil precisa gerar empregos, oportunidades, empreendedorismo, voltarmos a crescer. E, [para isso] é necessário que se promova as reformas estruturais, seja a modernização da legislação trabalhista, a reforma da Previdência, a reforma política, a tributária, enfim. Então o que está em jogo é o interesse do Brasil”, afirmou o empresário.
Na avaliação de industriais, a implantação dessas reformas tem um custo político para Temer, que é o da popularidade. De acordo com pesquisa da Confederação Nacional da Indústria, apenas 10% dos brasileiros aprovam o governo.
É com base nesses dados, que centrais sindicais criticam as propostas do Planalto. Segundo o diretor executivo da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Nacional, Júlio Turra, a impopularidade do presidente é uma resposta dos brasileiros às mudanças.
“No plano econômico, não houve qualquer melhora significativa. Ao contrário, houve uma explosão do desemprego. No plano social, as mazelas que não são de hoje, são centenárias – má distribuição de renda, desigualdade social -, só se aprofundaram. E no plano político, há um grande isolamento do governo diante da sociedade”.
Com apoio de alguns e críticas de outros, Michel Temer segue e promete terminar o mandato como o “presidente das reformas”. Ele diz que as ações serão reconhecidas no futuro e se nega a fazer o que chama de medidas populistas, que são aplaudidas no presente, mas que causam prejuízo ao longo do tempo.
Fonte: Agência Brasil
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