SOLIDÃO –
“Prefiro viver só que mal acompanhado”; essa expressão é tão comum quanto a sua verdadeira representatividade. Mas, ela em si, externa um sentimento de que “por trás dos panos”, carrega uma sublimar defesa contra a condição adotada de estar sozinho.
Vamos logo esclarecer, para efeito de entendimento ao que me proponho descrever, que existe uma diferença clássica entre “viver em solidão” e “viver solitário”.
Parece que ao mesmo tempo em que se repelem, sentem-se atraídas.
Digamos que o sujeito “solitário” veja-se diante de um espelho (a vida que escolheu ou a vida que as circunstâncias o colocaram) e ao contemplá-lo, perceba-se em “solidão”.
Quando você não tem ninguém consigo, amigos, parentes, outras pessoas, a imagem se permuta e certamente, pode indagar-se: onde estão todos eles?
Quando você se sente solitário, e nesse caso, tem a compreensão que está extremamente só, ao ponto de não está nem consigo mesmo, pode indagar-se: por que estou tão só?
Se pararmos para buscar “razões”, encontraremos as mais variadas respostas.
E certamente, todas elas estão repletas de argumentos convincentes, que nos servem de ânimo para seguir conforme a missão delegada por Deus, a cada um de nós.
A solidão pode ser benéfica?! Pode sim, mas também pode fazer mal, quando não sabemos lidar bem com ela.
Se, estar só, torna-se um “peso” de tristeza, fracasso e lamúrias, muito provavelmente encarar a vida dessa forma traz muitos dissabores.
Outros sentimentos vão aflorando e criando em nossa alma uma crosta além da tristeza, transformando a autoestima em uma gangorra em que confundimos a todo o momento: sorriso solvendo lágrimas, e essas em profusão ante sorrisos incertos.
Um risco iminente corremos: submetermos aos outros para que nos aceitem e nos permitam permanecer por perto para que não nos sintamos sós.
Cuidado maior, quando ao sentir-se sozinha, de uma maneira inconsciente, se isolar ainda mais. Já não “confia” em outras pessoas e vai preferindo, mais e mais, ficar no seu “cantinho”: “- só eu e Deus”.
A solidão é uma manifestação humana. Mas, ela requer cuidado para que um comportamento depressivo, não venha assumir as rédeas de nossa vida.
Os pensamentos negativos também tendem a aparecer, parecendo sugar nossa energia que foi gerada para superar adversidades.
Quer sair dessa situação?
Procure afastar todo e qualquer pensamento negativo.
Não consegue?
Busque ajuda (com um psicólogo ou um amigo certo). Eles podem ser o ponto de partida para te ajudar a compreender esses sentimentos e sensações.
Seja qual for o seu sentimento, não se vitimize, não é saudável.
A nossa mente tem as ferramentas necessárias para nos tirar dessa situação: leia bons livros, escute músicas alegres, veja filmes divertidos, faça suas orações, escreva aquela cena, crie grupos afins.
Você pode estar murmurando agora: “ele pensa que é tão fácil assim!”.
Respondo: não é.
Por isso, quando qualquer névoa me assombra a alma e, sinto o vento da solidão, corro para os braços de Deus.
É tão bom!
Carlos Alberto Josuá Costa – Engenheiro Civil e Membro da Academia Macaibense de Letras (josuacosta@uol.com.br)
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