A situação dos taxistas que trabalham no Aeroporto Augusto Severo ainda está indefinida. Trabalhadores são associados à duas cooperativas, a Aerocooptaxi e a Coopertaxi. Até o momento, a categoria só tem as informações divulgadas pela imprensa. De acordo com o presidente da Aerocooptaxi, Marcos Afonso e com o secretário da Coopertaxi, Altamir de Lima, eles não receberam nenhum comunicado oficial sobre o funcionamento das cooperativas após a inauguração do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, dia 22 de maio.
São 74 carros e 160 famílias dependentes deste serviço de táxi. Cada táxi trabalha com dois ou três profissionais por oferecer serviço 24 horas.
Os representantes das cooperativas cobram do Governo do Estado uma definição sobre a situação que preocupa os taxistas. “O aeroporto trabalha com cerca de 40 empresas que podem ser relocadas para São Gonçalo, mas os taxistas não. Várias autoridades estiveram no local e se sensibilizaram com a situação, mas até agora nada foi resolvido”, destaca Altamir.
Alguns taxistas trabalham no Aeroporto Augusto Severo desde 1965 e a categoria espera ser transferida para o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante.
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