Em dezembro, a fila de espera por córneas tinha 624 pessoas. O estado ainda registrava 326 pessoas à espera de doação de rins, um paciente precisando de transplante de coração e 14 de medula óssea.
“Embora o número de transplantes venha crescendo, precisamos aumentar o número de doações. Para isso, é muito importante o apoio da população para que o assunto da doação de órgãos seja abordado dentro das famílias. No momento de luto e de dor, quando você recebe a notícia de que um familiar faleceu e já sabe que é da vontade dele ser um doador, isso torna o processo mais rápido e fácil”, afirmou a coordenadora da Central Estadual de Transplantes do RN, Rogéria Medeiros.
“Ser um doador é transformar a dor em vida. O seu familiar vai estar vivo em outras pessoas”, completou.
Além de organizar os transplantes realizados no estado, a Central Estadual de Transplantes também é responsável por coordenar a captação de órgãos junto aos hospitais.
Em alguns casos, os órgãos são enviados para outros estados do país, em operações que contam com o apoio da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Civil (Sesed) e da Força Aérea Brasileira (FAB).