O Rio Grande do Norte registrou a emissão de 75.141 carteiras de trabalho ao longo de 2018, segundo dados divulgados pelo Ministério da Economia. O número representa aproximadamente 1,5% do total do país, no ano passado. Mais de 5 milhões de novas carteiras foram entregues no Brasil.
Dentre as carteiras de trabalho potiguares, 151 são de estrangeiros e 74.990 de brasileiros. Entre os nove estados nordestinos, o Rio Grande do Norte ficou em sexto lugar na quantidade de novos documentos, ficando atrás da Bahia (316.031), do Ceará (198.668), Pernambuco (198.457), Maranhão (167.170) e Paraíba (81.398).
O número de Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) emitidas em 2018 em todo o Brasil foi de 5.084.515 – um aumento de 5% em relação a 2017, quando 4,8 milhões de trabalhadores receberam o documento. Foram 4.999.502 de carteiras para brasileiros e 85.013 para estrangeiros.
São Paulo foi o estado onde houve mais emissões em 2018, com 1,2 milhão de CTPS. Em seguida aparecem os estados de Minas Gerais (501,9 mil), Rio de Janeiro (410 mil), Bahia (316 mil) e Paraná (270 mil)
O serviço de emissão da carteira de trabalho está disponível nas unidades da Secretaria de Previdência e Trabalho. Também é possível solicitar o documento em postos criados por meio de parcerias com estados e municípios, em todo o país, como a Central do Cidadão, no RN.
A Carteira de Trabalho e Previdência Social é o documento obrigatório para toda pessoa que presta serviço na indústria, no comércio, na agricultura, na pecuária ou mesmo de natureza doméstica. A CTPS garante o acesso a alguns dos principais direitos trabalhistas, como seguro-desemprego, benefícios previdenciários e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
O trabalhador também pode contar com a Carteira de Trabalho Digital. Esta versão permite aos trabalhadores terem em mãos, a todo tempo as informações de qualificação civil e dos vínculos trabalhistas. Também é possível solicitar a primeira e a segunda vias da carteira de trabalho física.
Por meio da plataforma digital, o trabalhador ainda passa a ser um agente fiscalizador de todo o processo. Ele pode saber, por exemplo, se a empresa forneceu o vínculo trabalhista e se as informações dadas estão corretas nos sistemas de governo.
Fonte: G1RN
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