O relatório da reforma trabalhista, lido na quarta-feira, na comissão especial da Câmara, prevê a demissão de comum acordo entre trabalhador e empresa. Pela proposta, havendo consenso, o contrato de trabalho poderá ser extinto, com pagamento de metade do aviso-prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS. A medida prevê também que o trabalhador poderá ter acesso a 80% do valor depositado pela empresa em sua conta do FGTS, mas perderá o direito ao seguro-desemprego.
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