A prisão de Paulo Bernardo, que foi ministro dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, deixou muitos correligionários petistas preocupados. Eles temem que o investigado não suporte a prisão e logo feche acordo de delação premiada, até porque vinha se queixando de “abandono” do partido. Ao contrário da mulher, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ele não tem foro privilegiado e ainda que tente fazer delação, Paulo Bernardo ficará longa temporada preso, segundo avaliam experientes investigadores. A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) ficou abatida após a prisão do marido. Aliados de Dilma avaliam que a Operação Custo Brasil liquidou suas chances, que já não eram muitas, na comissão do impeachment. A oposição ao PT foi cordial neste episódio, evitando repercutir a prisão do ex-ministro de Lula e Dilma na comissão do impeachment. O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que ontem foi alvo de novo mandado de prisão, também se queixa de abandono do PT e negocia sua delação.
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