Desde que assumiu o comando da petroleira, em fevereiro deste ano, Bendine já conseguiu aprovar o balanço da empresa com uma amarga conta de corrução de R$ 6 bilhões, e reviu o plano de negócios da petroleira dentro de parâmetros considerados mais realistas pelo mercado.
Apesar das vitórias, ainda pairam dúvidas sobre a imunidade da diretoria em relação à interferência do Palácio do Planalto contra reajustes nas bombas de combustíveis. Contra elas, ele afirmou: “Não nos sujeitamos nem a um [mercado] nem a outro [governo].”
O executivo prometeu preservar os ativos do pré-sal da lista de projetos à venda e condenou mudanças no regime de partilha neste momento. Sinalizou, contudo, que uma solução intermediária, como a de dar a preferência no lugar de obrigar a Petrobras a ser a operadora única dos campos licitados, pode ser um caminho.
Criticado reservadamente pela antecessora Graça Foster por não ter familiaridade com o setor de óleo e gás, o ex-presidente do Banco do Brasil devolveu a crítica com uma provocação: “Vocês acham que o problema da Petrobras é de petróleo?”.
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