Os preços do petróleo subiam mais de 1% nesta segunda-feira (7), impulsionados por um compromisso da Opep de manter um acordo para cortar a produção, mas os preços permaneciam mais de US$ 7 abaixo da máxima do mês passado devido às persistentes dúvidas sobre a viabilidade do plano do grupo.
O petróleo Brent subia 0,56 dólar, ou 1,23%, a 46,14 dólares por barril, às 9h04 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava 0,71 dólar, ou 1,61%, a US$ 44,78 por barril. O secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo disse que o grupo estava comprometido com um acordo de corte de produção feito em setembro na Argélia.
“Nós, como Opep, continuamos comprometidos com o acordo de Argel que nós… elaboramos juntos. Todos os 14 (membros) da Opep, nós continuamos comprometidos com a implementação”, disse Mohammed Barkindo a jornalistas em uma conferência em Abu Dhabi.
Apesar disso, muitos analistas duvidam da capacidade da Opep de coordenar um corte suficiente para equilibrar o mercado.
O acordo prevê um corte na produção para uma faixa entre 32,5 milhões e 33 milhões debarris por dia (bpd), ante a atual produção de 33,24 milhões de bpd, segundo a agência Reuters.
O corte na produção é o primeiro do gênero desde 2008. O quanto cada país vai produzir deverá ser decidido na próxima reunião formal da Opep em novembro, quando um convite para se unir aos cortes deverá ser estendido para países fora do grupo, como a Rússia.
Os preços do petróleo despencaram devido a uma oferta muito elevada, resultante do “boom” de hidrocarbonetos de xisto americanos e da estratégia da Opep de manter sua produção para não perder fatias de mercado.
*Fonte: Reuters
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