O Conselho Nacional de Justiça divulgou balanço do Banco Nacional de Monitoramento de Prisões nessa terça-feira (7). Os dados mostram que 45% dos presos mantidos nas cadeias do Rio Grande do Norte ainda não foram a julgamento.
De acordo com o advogado criminalista André Dantas de Araújo, a maior consequência dessa realidade é o alto custo dos presos para o RN. “Manter um apenado no sistema prisional gera uma dívida que o estado não consegue sanar, obrigando-o a encaminha valores para o sistema que poderiam ser investidos em educação e saúde, por exemplo”, destacou André.
O número de pessoas privadas de liberdade mesmo sem terem ido a julgamento no RN é 2.846 presos. A Justiça informou que esse número tem diminuido aos poucos. “O número tem diminuido aos poucos desde que o Tribunal de Justiça nomeou 40 novos juízes. Esse número ainda é alto porque muitos processes estão nas partes finais que envolvem recursos e providências burocráticas para começar o processo de execução penal”, comentou o juiz de execuções penais, Henrique Baltazar.
O Brasil tem hoje 602.217 presos, sendo 95% deles do sexo masculino. 51% dos apenados no Brasil, foram para a cadeia por roubo ou tráfico de drogas. No Rio Grande do Norte, desconsiderando regime aberto e condicional, existem 6.176 pessoas presas.
Fonte: G1RN
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