O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou, na segunda prévia de novembro, atingindo variação de 0,30%. O resultado é 0,06 ponto percentual inferior ao registrado na última apuração (0,36%).
O principal impacto na redução do ritmo inflacionário foi constatado no grupo alimentação, que passou de uma alta de 0,28% para uma queda de 0,12%. Entre os itens de maior influência estão as hortaliças e legumes (de 9,17% para 2,75%).
Os demais grupos que ajudaram no resultado do IPC-S foram: vestuário (de-0,01% para -0,52%); despesas diversas (de 0,21% para 0,10%); saúde e cuidados pessoais (de 0,49% para 0,47%); habitação (de 0,76% para 0,75%); e educação, leitura e recreação (de -0,31% para -0,32%).
Em sentido oposto, o grupo transportes apresentou expressiva alta (de 0,23% para 0,66%) sob o efeito, principalmente, da elevação de preço da gasolina (de 0,32% para 1,63%). Já em comunicação, a taxa permaneceu praticamente estável (de 0,49% para 0,50%).
As maiores altas que pressionaram a inflação foram: gasolina (3,80%); plano de seguro de saúde (1,63%); batata-inglesa (0,95%) e gás de botijão (3,19%).
Entre as principais baixas do período estão: passagem aérea (-12,44%); tomate (-9,30%); leite tipo longa vida (-2,37%) e blusa feminina (-2,22%).
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