O Índice Bovespa teve ontem a sua quarta queda consecutiva, patrocinada por fatores internos e externos. O indicador chegou a subir até 0,73% pela manhã, apoiado em números positivos do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Mas uma nova e forte queda dos preços do petróleo levou o índice ao terreno negativo, puxado principalmente pelas ações da Petrobras No fechamento, o Ibovespa ficou em 62.322,40 pontos, em baixa de 0,24%. No acumulado da semana, houve perda de 0,92%. Internamente, o clima de incerteza com o cenário político voltou a retrair o investidor, que evitou o risco e movimentou R$ 6,7 bilhões. Os preços do petróleo continuaram a refletir as especulações internacionais em torno do desequilíbrio entre oferta e demanda. A commodity chegou a emplacar um rali de oito altas consecutivas, mas nesta semana sucumbiu a um movimento de realização de lucros, favorecido por novas dúvidas quanto aos acordos de redução de produção dos países produtores. O barril do petróleo WTI para agosto fechou em queda de 2,83%, a US$ 44,23, na New York Mercantile Exchange (Nymex). O Brent para setembro recuou 2,91%, a US$ 46,71 o barril, na ICE. As ações da Petrobras, por sua vez, tiveram perdas de 1,93% (ON) e de 1,97% (PN).
Internamente, foi positiva a influência do IPCA de junho, que apontou deflação de 0,23%, ante alta de 0,31% de maio. A deflação do indicador oficial de inflação já era esperada, mas foi maior que a mediana das estimativas do mercado, que indicava recuo de 0,18%. O resultado reforçou a expectativa de queda de juros no País e teve influência clara nas ações dos setores mais sensíveis a juros, como o imobiliário e o de varejo. Entre as ações que compõem o Ibovespa, as maiores altas foram de Lojas Americanas PN (+4,36%) e Smiles ON (+2,90%). A lista de ganhos inclui ainda BR Malls ON (+1,79%), Hypermarcas ON (+1,48%) e MRV ON (+0,77%). As ações do setor financeiro, grupo de maior peso na composição do Ibovespa, seguiram em sentidos opostos, tendo Banco do Brasil ON (-1,33%) como destaque de queda e as units do Santander (+1,12%) como destaque de alta. No acumulado da semana, quase todos os papéis do setor acumularam perdas, refletindo, principalmente, a incerteza com o cenário político.
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