Um dos aliados mais próximos do senador Aécio Neves (PSDB-MG), o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) repetiu ontem o discurso que cresce no partido: o de que chegou a hora de os tucanos desembarcarem do governo de Michel Temer. A posição de Cunha Lima isola cada vez mais Aécio, que retomou o mandato nesta semana defendendo a manutenção do apoio ao presidente Temer. Presidente interino do Senado enquanto o titular, Eunício Oliveira (PMDB-CE), substitui Temer no Palácio do Planalto, Cunha Lima afirmou que será o PMDB, e não o PSDB, o responsável por um eventual fim precoce da atual gestão. “Podemos estar diante do início do fim com a posição do deputado relator da denúncia na CCJ da Câmara (Sergio Zveiter), que é do PMDB. Porque o presidente Michel Temer não tem apoio popular, não tem apoio de setores organizados da sociedade, se sustenta basicamente com apoio parlamentar. Se no seu próprio partido esse apoio estremece, é claro que podemos ter um efeito dominó, que poderá levar a um colapso com o desfecho do acolhimento da proposta do procurador-geral”, afirmou Cunha Lima. Ele também fez coro ao presidente interino do partido, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), ao indicar apoio da legenda para que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assuma a Presidência em caso de saída de Temer.
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