A prisão ocorreu durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva, com apoio da Polícia Penal. As investigações apontam que o grupo colocava regras e preços aos prestadores de serviço e restringia a atuação de profissionais que não seguissem as determinações.
Segundo a Polícia Civil, entre as práticas atribuídas ao grupo estão ameaças, constrangimentos ilegais, intimidações e danos a veículos.
Ainda segundo a polícia, durante a prisão do homem nesta segunda-feira, foram encontrados indícios de negociação e venda ilegal de armas de fogo, inclusive para pessoas ligadas a facções criminosas.
As investigações tiveram início em 2024 e deram origem à Operação Litoral, em fevereiro de 2025. Na época, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão em Natal, Parnamirim, Nísia Floresta e João Pessoa, na Paraíba.
Durante a operação, os policiais apreenderam armas de fogo, munições, documentos e outros materiais que passaram a integrar a investigação.
Com o avanço das apurações, a Polícia Civil afirmou ter identificado uma atuação “estável e coordenada” do grupo. Ao fim do inquérito, dez pessoas foram indiciadas, de acordo com a participação atribuída a cada uma, pelos crimes de associação criminosa, constrangimento ilegal e ameaça.
Fonte: G1RN
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