As termelétricas que integram o grupo de usinas mais caras do Nordeste, com custo de operação superior a R$ 600 por megawatt-hora (MWh) voltaram a ser acionadas pelo segundo dia consecutivo na ultima terça-feira. De acordo com informações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), sete usinas grupo produziram 426 megawatts (MW) médios na terça-feira e 184 MW médios na segunda.
A operação dessas térmicas, cujo custo varia de R$ 604,20/MWh a R$ 995/MWh, obriga a manutenção da bandeira tarifária vermelha, que implica em custo adicional na conta de luz de R$ 4,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Conforme a nova regra em discussão na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que cria novos níveis para as bandeiras, a operação de usinas com custo superior a R$ 610 por MWh implicará adicional de R$ 5,50 por 100 kWh consumidos.
Apesar de o Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico (CMSE) ter determinado o desligamento do bloco de 21 térmicas com custo operacional superior a R$ 600/MWh, em agosto, esse grupo de usinas mais caras do Nordeste chegou a ser acionado em vários dias no segundo semestre de 2015. Essas térmicas, por exemplo, operaram de forma contínua entre o fim de novembro e início de dezembro. O volume produzido por essas usinas, localizadas na Bahia e Pernambuco, é relativamente pequeno, da ordem de 1% de toda a carga do sistema nacional. Mesmo assim, seu acionamento obriga a manutenção da bandeira vermelha.
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