Natal vive uma relação paradoxal com a dança: a cidade é exportadora de talentos e tem potencial reconhecido nacionalmente, porém não absorve como deveria a própria produção. O motivo desagua em um mar de questionamentos: De falta de espaço adequado a falta para a atividade, investimentos públicos e privados, à desinteresse do espectador. Independente de qual seja a resposta, ela deve ainda considerar a falta de um edital específico para o segmento justamente no ano em que a escola municipal de dança completa 40 anos. Nesse passo de espera, entra em cena a “Extensão Internacional” do Encontro Nacional de Dança Contemporânea a partir do próximo dia 25 de abril para aprofundar mais o debate e propor nova aproximação com o público. A programação inteiramente gratuita se estende até 23 de maio e ocupa vários palcos da cidade, incluindo praças, becos e outros espaços públicos. Participam artistas vindos da Bolívia, Portugal, Argentina, França, Alemanha, Espanha, Hungria, Costa Rica, Colômbia, México e Bélgica.
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