A dívida da Petrobras, que em dezembro chegou perto de R$ 800 bilhões, vem suscitando desde 2014 dúvidas sobre a capacidade de pagamento da empresa e a necessidade de uma nova injeção de capital da União. Houve uma há seis anos, quando a estatal pagou ao governo R$ 74,8 bilhões para ter o direito de produzir 5 bilhões de barris de petróleo. O tema ganhou força na semana passada, quando o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga disse, em uma entrevista, que a Petrobras precisa de uma capitalização entre R$ 50 bilhões e R$ 100 bilhões.
O tema é polêmico. A direção da estatal informou a analistas, no início do ano, que não contava com um socorro da União. Os motivos continuam válidos. A avaliação da diretoria da companhia é de que não faz sentido esperar apoio da União enquanto a empresa coloca em marcha o plano de venda de ativos e tenta reduzir fortemente os investimentos programados até 2020. Faz esse esforço ao mesmo tempo em que luta para manter permanentemente cerca de US$ 22 bilhões no caixa.
Uma capitalização agora é considerada desnecessária pela direção da companhia. A avaliação é que poderia passar para os funcionários uma mensagem de que não é mais preciso continuar com a reestruturação e o programa de economia de custos. De acordo com fontes próximas ao presidente Aldemir Bendine, algumas questões muito importantes não foram ainda tocadas no que diz respeito à separação entre o papel da companhia e o Estado, já que foram lhe dadas vantagens e ônus, sem um balanceamento. A Lei do Petróleo, nessa avaliação, foi uma sinalização importante, mas não corrigiu diversos problemas. Entre eles as obrigações que não são originalmente da companhia.
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