NOTA:
A defesa de Henrique Eduardo Alves repudia veementemente as afirmações feitas pelo executivo da Odebrecht Márcio Faria em delação premiada, na qual aponta a sua participação em reunião ocorrida no dia 15 de julho de 2010 no escritório político do presidente Michel Temer, em São Paulo, com a presença deste, do então deputado Eduardo Cunha e do delator, ocasião em que teria tratado do pagamento de propina decorrente de contrato com a Petrobras.
Conforme já afirmado pelo próprio presidente da República, o acusado não se fazia presente em dita reunião, jamais tratou do assunto mencionado e sequer conhece o indigitado delator.
É inaceitável que seja dado crédito a afirmação realizada por pessoas envolvidas em ilícitos que se colocam na obrigação de acusar para gozar de benefícios legais.
Todas as medidas serão tomadas para esclarecimento da verdade e a responsabilização cível e criminal do dito delator.
Marcelo Leal, advogado.
Uma inspeção de rotina solicitada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) à…
DÓLAR COMERCIAL: R$ 4,9200 DÓLAR TURISMO: R$ 5,1200 EURO: R$ 5,7940 LIBRA: R$ 6,7270 PESO…
A produção industrial cresceu pelo terceiro mês consecutivo, ao variar 0,1% na passagem de fevereiro…
A onda gigante de um enorme megatsunami gerado quando parte de uma montanha do Alasca…
Um novo estudo do Centro Odontológico Nacional de Singapura e da Duke-NUS Medical School sugere que conservar…
O Brasil foi o país que mais recebeu dinheiro de empresas chinesas para novos negócios…
This website uses cookies.